segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Eu, o grumete


Eu, o grumete

Era uma bela manhã, em Lisboa no dia 18 de fevereiro no ano de 1456 no século XV.  Eu acabara de sair da cama para ir à mulher do pão quando ouvi gritaria vindo do cais. Paguei à mulher, levei o pão e fui ver o que se passava. Era o Infante D. Henrique a gritar com uns grumetes a dizer:
- O quê?! Agora é assim?! Primeiro entrais no barco e depois dizeis que não estais preparados? - Exatamente! Andar de barco para os descobrimentos é muito perigoso!
- Então muito bem, estais despedidos e não quero voltar a ver-vos. Além disso vou contar este acontecimento a El-Rei D. João I e vão encarcerar-vos! Quem quer ser marinheiro? Navegar os mares em busca de ricos tesouros e de novas terras?
Eu pensei que era uma oportunidade de ouro, porque não tinha emprego e se encontrássemos um tesouro ficaria rico. Aceitei. O Infante disse que havia acordo. Também me disse para preparar as bagagens e estar lá dali a um quarto de hora e lá estava. Com as pressas quase não preparei mala nenhuma, só meti roupa e comida em abundância. Partimos. Perguntei ao capitão qual era a minha tarefa. Ele disse que eu era vigilante. Perguntei também qual era o nosso destino e ele disse que encontraríamos o desconhecido. Depois de alguns dias de navegação chegamos a uma zona escura do arquipélago onde havia água roxa e céu vermelho. Sentimos águas remexidas, o barco tremia que nem uma gelatina, e, subitamente, apareceu um polvo gigante, um KRAKEN!!!
- Disparar canhões! -diziam uns.
- Lançar arpões! -diziam outros.
Estavam todos com medo! Eu continuava de vigia na torre e vi, na cabeça dele um ponto fraco e percebi que era a minha vez de atacar. Peguei na minha espada, saltei para cabeça dele e ZÁS, matei-o. Voltei para o barco, o capitão promoveu-me a marinheiro. Depois, tentamos descobrir onde estávamos e quando vimos uma coisa brilhante no horizonte, avançamos e vimos um tesouro enorme. O capitão deitou-lhe a mão e desapareceu de repente. Eu atirei a espada, esta também desapareceu e notámos que era um tesouro maldito e a única maneira de liberá-lo da maldição era levá-lo para outras terras. Fomos empurrando e desaparecendo um a um até que conseguimos trazê-lo para o barco. Sobraram 10 dos 57 marinheiros da tripulação. Nomearam-me capitão e voltamos para Lisboa. Aí conseguimos desenfeitiçar o tesouro e a tripulação ficou rica.

Gabriel Castro, 6.ºC

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A viagem


A viagem

Estavam prontos para partir, a família real estava bem acomodada nos aposentos, estava tudo calmo. Mas nem sempre foi assim, primeiro que a princesa decidisse o que vestir e primeiro que trouxessem os animais para dentro…ai, ai, foi o fim do mundo!!
-Mulher, despachai-vos! Temos que fugir dos franceses!-exclamou D. João, príncipe regente, visto que a rainha, sua mãe, já não dizia coisa com coisa!
-Meu querido João, não tenho certeza disto…E se o barco afunda?- interrogou a princesa, casada com o príncipe, que tinha que ir também e levar os nove filhos que tinham tido ao longo dos anos, tendo o mais velho nove anos.
-Pai, quero levar o Robi! – pede o filho mais velho.
-Está bem, mas porta-te bem!
-Adelaide! Os bebés querem comer!-chama a princesa.
-Dá-lhes de comer no barco!- ordena D. João.
Finalmente estavam todos no barco. Acho que da próxima vez não vão esperar tanto porque avistaram tropas francesas.
A viagem correu bem, todos sobreviveram.

Maria Inês Rodrigues, 6.ºC

domingo, 4 de dezembro de 2016

6ºC: Educação para a Cidadania e História e Geografia de Portugal XI

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A propósito dos Direitos da Criança, os meninos e meninas do 6.º C leram O menino que tinha dois olhos, debateram a mensagem da narrativa e escreveram alguns comentários:

§  Todos diferentes, todos iguais.
§  Um ser humano diferente não deve ser desprezado, pois tem características que podem constituir uma vantagem.
§  Todos temos defeitos e qualidades.
§  Somos todos diferentes, mas todos temos direitos.
§  Temos de olhar para a frente e não para trás: não podemos mudar o passado, mas podemos melhorar o futuro.