quinta-feira, 22 de março de 2018

6ºA e 6ºD: Uma questão de cor de Ana Saldanha - apreciações críticas


6.º A
Na minha opinião, a obra “Uma questão de cor” tem bastantes piadas e é muito engraçada. – Vítor

Gostei muito desta obra, pois a Catarina é bem comportada e inteligente. – Tatiana

Eu gostei desta obra, mas mudava o final. – Soraia

Eu gostei da obra, porque não se deve gozar as pessoas que têm outra cor de pele. A parte do livro de que mais gostei foi aquela em que o Danny fez frente ao Vìtor. – Rui

Gostei desta obra por muitas razões relacionadas com  alguns momentos bem engraçados: a Catarina falava com o Silvestre que é um peluche; o Vítor convidou os primos para uma festa no “Inferno”; a desculpa esfarrapada do Danny para não dormir no escritório. Além disso, também gostei dos títulos de alguns capítulos como “Estupidez (como contornar a)”, entre outros. – Rúben

Gostei da obra, mas acho que a conclusão não é muito boa, porque fiquei com vontade de ler mais, ficou tudo “pendurado”. Se fosse eu, continuava a história.
O livro é engraçado, tem muita energia. Ao princípio, pensei que a Nina e o Vítor iam ter algo mais do que uma amizade torta. – Rodrigo

Gostei muito da obra “Uma questão de cor”, porque é muito divertida e muito cómica. Na minha opinião, é uma história interessante para todas as idades, principalmente para os jovens. Adorei a maneira como a escritora brinca com as palavras. – Ricardo

Eu gostei da obra, é divertida e, muitas vezes, senão sempre, cheia de graça. Apreciei particularmente o capítulo “Bocas (quando mandar)”. – Miguel

Na minha opinião, a obra é muito interessante e divertida. No entanto, acho que a autora foi um pouco mazinha com a Nina. Como gostei de a ler, recomendo-a a crianças e jovens. – Marta

A história é interessante e educativa. Inicialmente pensei “é uma seca”, mas depois mudei de opinião. – Maria Gonçalves

Na minha opinião, este livro é bastante interessante, divertido e engraçado. No entanto, às vezes, achei-o um pouco confuso. A parte do livro de que mais gostei foi o diálogo entre a Catarina, os colegas e a professora na sala de aula. Aconselho a leitura do livro, porque se vão divertir imenso. – Maria Fraga

Na minha opinião, a obra é divertida e apresenta palavras fantásticas que me vão ajudar a escrever alguns textos. Achei a história inspiradora, cheia de vida e de sentimento. Os momentos de que mais gostei foram aqueles em que o Vítor, o Daniel e a Catarina discutiam (pareciam três crianças a lutar pelo mesmo gelado). – Belém
Eu gostei da obra, das piadas que as personagens diziam e dos seus diálogos – quem gozava, quem era amigo , quem se divertia, quem contava o quê e a quem. – Leonor

Gostei muito da obra, porque apesar de já ter sido escrita há alguns anos, abrange assuntos da atualidade. O racismo é o principal assunto e o livro critica os racistas, sendo assim educativo. Também gostei do facto de o título dos capítulos ter palavras organizadas de uma maneira diferente, como por exemplo “Bocas (quando mandar)”. No entanto, teria modificado o final, porque o acho muito feliz e óbvio. Na minha opinião, o Vítor teria ficado tetraplégico e o Daniel, anos mais tarde, ter-se-ia tornado Secretário-Geral das Nações Unidas. – José

Gostei do livro, porque a história é diferente das que costumo ler. – Gabriela

Eu gostei muito de ler a história da Catarina (Nina). Não mudava quase nada, só as atitudes racistas dos colegas da escola. – Gabriel

Eu gostei muito desta obra, porque fala de coisas que hoje em dias são comuns, como o racismo. Neste história, mudava algumas coisas, como por exemplo, o facto de Catarina ter cedido o quarto ao Daniel. Gostei da maneira imaginativa como os títulos estão escritos. – Carlota

Gostei bastante da obra e não mudaria nada, porque está bastante bem escrita, os diálogos são muito expressivos. Acho que o segundo capítulo mostra bem o que é a adolescência. – Bárbara


6.º D

Gostei muito deste texto e da lição de vida que transmite – não devemos gozar com as pessoas de outra cor, porque somos todos iguais. Podemos ter cor diferente, mas somos todos humanos. Assim, temos de ser livres de ir a qualquer lado sem que nos gozem ou maltratem, independentemente da nossa cor. – Amaro

Gostei de ler este livro, porque nos faz pensar sobre o racismo. Além disso, também trata dos problemas que os adolescentes têm e o modo como as mães e os pais lidam com isso. Acho que a Nina era um bocado bruta com o Vítor mas, mesmo assim, ele fazia tudo para lhe agradar. Ela era assim por causa dos colegas, porque se ela fosse amiga do Vítor, os outros já não seriam seus amigos. A meu ver, ela não deveria estar tão preocupada com os outros, mas sim com o que o coração lhe dizia. – Carolina

Eu gostei da obra que é muito engraçada. Em particular, gostei da Catarina, mais conhecida por Nina, que tem uma grande personalidade. Catarina recebeu há pouco tempo um computador e, de momento, tem de aturar o primo Vítor que se mudou para o quarto dela. Gostei particularmente da parte em que lhe chamam “Nina da Argentina”. – João Joaquim

Gostei e não gostei do livro – gostei das partes em que Catarina está no computador, mas não gostei que escrevesse uma carta à avó a “fingir” que a tinha feito à mão. – Jorge

Eu gostei e não gostei da história. Gostei porque o livro fala do racismo que existe e, neste aspeto, a história pode sensibilizar os leitores para que respeitem a cor da pele das pessoas. Não gostei, porque acho que a história podia ter mais emoção, a maior parte das vezes é só diálogo. Gostei do final do livro porque tem um final feliz, acabam todos amigos. – Mariana

Na minha opinião, esta narrativa é bastante interessante e entusiasmante. A parte de que mais gostei foi aquela em que, depois de o Vítor ter gozado com o Danny, se encontraram todos no “Inferno” e os dois rapazes se entenderam e começaram a ser amigos. – Martim

Na minha opinião, a história podia continuar, mas o fim até que é divertido. Uma das partes mais engraçadas é aquela em que o pai faz o jogo da filha. O livro é engraçado e mostrou-me que não devemos ser racistas. – Ricardo

Eu gostei muito do livro que é interessante e emocionante. O Vítor e a Nina são muito divertidos e também gostei bastante da avó. – Tatiana

Eu não gostei do Vítor, porque estava sempre a incomodar a Catarina e não a deixava em paz. – Zacaria

quinta-feira, 15 de março de 2018

6ºE: opiniões sobre A Bela Infanta


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            Após a leitura do texto “A Bela Infanta”, gostaria de deixar a minha opinião sobre o comportamento do Capitão e da Infanta. O Capitão esteve muitos anos fora e, quando regressou, decidiu testar a Bela Infanta para ver se ela não o tinha traído. Como o seu sentimento pela Infanta era muito forte, ele fez-se passar por outro homem, mas, na minha perspetiva, não o deveria ter feito pois isso demonstra que não confiava na sua esposa. Eu acho que a Infanta por um lado fez bem em não aceitar o pedido do Capitão para ficar consigo, porque ela não sabia que ele era o marido. Por outro lado, poderia o ter magoado se cumprisse a sua ameaça de o atar ao cavalo a dar voltas ao seu jardim por ele a ter tentado seduzir.
Luna Alves, 6.ºE

Na minha opinião, o que levou o Capitão a ter aquela atitude foi o seu receio que a Bela Infanta o tivesse traído enquanto ele esteve fora a navegar. Os sentimentos do Capitão eram de saudades da sua mulher e de insegurança. A Bela Infanta foi um pouco injusta ao oferecer as três filhas em troca do seu marido, mas também lhe deu uma grande prova de amor. Considero que o comportamento do Capitão foi inapropriado, porque se ele queria mesmo o amor da sua mulher, não poderia pedir nada em troca.
Jéssica Gonçalves, 6.ºE


Na minha opinião, o que levou o Capitão a comportar-se daquela forma com a Bela Infanta, foi o facto de ele querer perceber se podia confiar nela e se ela lhe era fiel. O Capitão sentiria desconfiança e insegurança, porque ele tinha passado muito tempo fora. Os sentimentos da Bela Infanta eram de raiva, porque ela já lhe tinha oferecido muitas coisas e ele não aceitou nada. Eu não concordo com o comportamento do Capitão, porque ele devia tem confiado na esposa. Admiro a atitude da Infanta, pois ela deu tudo o que tinha para recuperar o marido.
Carolina Dias, 6.ºE