quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

8ºA: Clássicos Contados às Crianças (testemunho)

Nos dias onze e dezoito de janeiro, no tempo da aula de Português, o 8ºA da Escola Básica e Secundária de Caminha, acompanhado pela nossa professora Teresa Pereira e ainda pela professora Helena Brás, deslocou-se às escolas primárias de Caminha e Vilarelho. Tínhamos treinado durante semanas para dramatizar a peça “O Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente. Nesta peça existem duas barcas: a do céu e a do inferno, e ao longo da peça aparecem várias personagens que falam com o anjo e o diabo a fim de ver  para que barca iam. A primeira personagem, o fidalgo, foi para o inferno pois em vida tinha desprezado os menos afortunados. Quem se lhe seguiu foi a agiota que foi obviamente para o inferno pois emprestava dinheiro a quem precisava e em troca recebia ainda mais. A seguinte personagem a ser testada foi o parvo, o único que passou para o céu pois ele não tinha errado por maldade. A última personagem a entrar em cena foi o frade comilão que apesar de rezar e de saber falar latim, tinha comido muito bem à mesa dos ricos enquanto havia pessoas a morrer à fome.
No fim da nossa leitura e após muitos aplausos, perguntámos quem tinha estado atento e se tinham percebido a moral da história. As crianças responderam bem, afirmando que a moral era que deviam ser bem comportados para poderem ir para o céu. Na opinião das crianças, foi muito divertido e educativo e todos anseiam por que se dramatizem mais peças.                                                                        
Catarina Oliveira

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

6ºA: Terreiro do Paço ou Praça do Comércio?


O Terreiro do Paço, ou Praça do Comércio, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, numa zona onde se localizou o Paço da Ribeira mandado construir pelo rei D. Manuel I no final do século XV. Com efeito, D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira foi destruído pelo terramoto de 1755 e, após a reconstrução da Baixa Lisboeta, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal e foi-lhe dado o nome de Praça do Comércio, sendo uma das maiores praças da Europa. Em homenagem a D. José I, em 1775, foi colocada no centro desta praça uma estátua deste rei.

Sara Guerreiro Rodrigues

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

6ºA: Quem foi D. José I?


D. José nasceu em 1714. Era filho de D. João V e D. Maria Ana de Áustria. Casou, em 1729, com D. Mariana Vitória de quem teve quatro filhas. Em 1750, quando subiu ao trono, D. José confiou a governação de Portugal a Sebastião José de Carvalho e Melo e fez dele Ministro do Reino. Também lhe concedeu os títulos de Conde de Oeiras e, pouco depois, de Marquês de Pombal. O Marquês de Pombal era defensor de um estilo político que dava ao rei um poder absoluto. Em 1777, D. José morreu e o seu ministro foi afastado do poder.

Mónica Carvalho
(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

6ºA: O que aconteceu durante a Guerra Civil?


Uma guerra civil é uma guerra entre pessoas do mesmo país. Portugal viveu uma situação de guerra civil durante dois anos, entre 1832 e 1834. Em 1821 o Rei D. João VI de Portugal regressou do Brasil para, já1822, jurar e fazer cumprir a nova Constituição Liberal. Quando D. João morreu, em 1826, sucedeu-lhe o filho mais velho D. Pedro, na altura Imperador do Brasil.  D. Pedro chega a acordo com o seu irmão D. Miguel para este ser regente de Portugal e casar com D. Maria da Glória, herdeira do trono, quando esta chegasse à maioridade.  Em 1828, D. Miguel desrespeitou o acordo com D. Pedro e aclamou-se rei de Portugal, dissolvendo as Cortes e impondo um regime absolutista. A guerra civil não tardaria entre os defensores de D. Miguel (absolutistas) e os liberais apoiados por D. Pedro, imperador do Brasil. Os liberais foram cercados no Porto, mas conseguiram organizaram uma armada que desembarcou no Algarve. D. Miguel dirigiu-se com o seu exército para sul, mas acabou por ser derrotado nas batalhas de Almoster e Asseiceira. Pouco depois, assinou um acordo de paz, a Convenção de Évora Monte, e foi expulso de Portugal.

Maria João Oliveira
(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

6ºA: Como se vivia na Corte de D. João V?


A Corte de D. João V tornou-se famosa pela sua riqueza e luxo. Os objetos de decoração eram de prata, as peças de loiça vinham da Índia e os móveis, papeleiras, contadores e cómodas entre outros, eram de madeiras exóticas, como o pau-brasil.
Para mostrar toda a sua riqueza, D. João v organizava bailes onde se dançava ao som do violino. Para além dos bailes, faziam-se vários jogos, assistia-se a sessões de poesia, de música e a representações teatrais. Era também muito apreciada a ópera.
Muitas vezes o rei organizava riquíssimos banquetes, onde se serviam 40 ou mais pratos e, à sobremesa, os doces eram variados. O café, o chá e o chocolate eram servidos em peças de ouro, prata e porcelana. No final das refeições, os homens aspiravam o seu rapé (pó de tabaco).
O luxo na corte também se refletia na aparência física das pessoas. Tornou-se comum o uso de perucas com cachos, de enfeites de ouro e pedras preciosas que vinham do Brasil, de pó de arroz, de brilhos e a utilização de perfumes, tal como era habitual na corte francesa. Nesta época, a higiene corporal não era um hábito e, por esta razão, usavam-se perfumes em grandes quantidades.

Tomás Ribeirinho Soares

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro) 

Matemática: problema do mês de janeiro



O problema da idade!

Este ano, a idade do Pedro é um múltiplo de 3. O ano passado, era múltiplo de dois. No próximo ano, será múltiplo de 4. Quantos anos poderá ter o Pedro?

Nota: Apresenta todas as soluções possíveis! Não te esqueças que o ser humano pode chegar aos 100 anos de idade!