quarta-feira, 30 de maio de 2018

Clube de Jornalistas: Piadas (desenhos do Ricardo)







Clube de Jornalistas: a propósito de A Princesa Feia, de Ana Saldanha








A Princesa Feia

Era uma vez uma princesa muito feia, muito, muito, muito feia. Um dia, viu o seu reflexo num lago, e ficou tão traumatizada que decidiu pedir a uma bruxa (feiticeira do Castelo) uma poção para ficar a mais bela de todas as jovens do Reino. Quando chegou ao covil da bruxa, disse-lhe:

— Bruxa, quero uma poção para me tornar a mais bela do Reino!

E a bruxa respondeu-lhe:

— Ok, pega-me nesta poção – e a bruxa prosseguiu, sussurrando – Espera lá, a poção está aqui comigo!

Mas quando a bruxa se virou, a princesa já não estava lá. Tinha-se ido embora, pensando que tinha a poção correta, mas não – aquela poção tinha como função transformar as pessoas em sapos. Quando a princesa chegou ao seu quarto, bebeu a poção e transformou-se num sapo. Por isso, quando se virou e viu o seu reflexo numa taça de prata, gritou desesperadamente, chamando um guarda. O guarda há muito que se tinha apaixonado pela princesa, por isso ficou muito assustado ao ver um sapo. Mas a princesa disse-lhe:

— Sou eu, a princesa, bebi uma poção e transformei-me num sapo. Ajuda-me!

O guarda queria muito ajudar a princesa, leu o rótulo da poção e percebeu que só o beijo do verdadeiro amor revertia o feitiço. Decidiu seguir em frente e disse-lhe:

A verdade é que eu te amo!!!!

A princesa descobriu que também o amava, eles beijaram-se, e conseguiram reverter o feitiço.

E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE!!!

Maria João Santos, Mariana Silva e Soraia Pedrulho,
Clube de Jornalistas



A Princesa Feia

…. a princesa nem podia acreditar – poderia ser ela? Aquele monstro de cabelo comprido e mais escuro que a noite, nariz achatado, queixo longo, grandes lábios, olhos de um verde vómito, muito magricelas e pés com unhas enormes?

Confusa, a princesa fugiu para a floresta mais próxima onde ficou por uns tempos a chorar, porque realmente o seu aspeto era muito, muito feio!

Carolina e Clara,
Clube de Jornalismo


A PRINCESA FEIA

Quando a Princesa acordou do seu desmaio profundo, reparou que estava num cenário diferente, encontrava-se agora na prisão mais segura do reino. A prisão era muito escura, tinha uma cama pequena e uma janela estreita por onde só conseguia ver o sol.

Os dias passavam e ela não sabia porque raios estava ali. Numa certa manhã, um guarda foi à sua cela e disse-lhe:

— ­­­Não contes a ninguém, mas eu vou ajudar-te a fugir daqui.

A Princesa ficou espantada porque sabia que era feia e não tinha amigos. E perguntou:

— Mas por que é que me vais libertar?

— Porque me apaixonei por ti! — exclamou ele sem mais explicações.


(UM ANO DEPOIS...)



A Princesa estava muito atrapalhada porque chegara a hora do seu casamento. A música começou a tocar, mas as pessoas olhavam-na de lado e interrogavam-se – como é que o «monstro» se ia casar?

Mas, depois de se casarem, eles deram um beijo apaixonado, e logo todos ficaram admirados porque de repente a Princesa Feia tornou-se numa Princesa Bonita.

Laura e Mariana,
Clube de Jornalistas


Clube de Jornalismo: Dia da Europa



Dia da Europa
O dia da Europa celebra-se a 9 de maio. Este dia também é conhecido como Dia da União Europeia em que se comemora a Declaração Schuman, a declaração que deu origem à União Europeia e que foi proposta pelo estadista luxemburguês Robert Schuman. Atualmente a União Europeia é composta por 28 estados-membros. Para comemorar o Dia da Europa realizam-se vários eventos, como a entrega de prémios de concursos, palestras, concertos e lançamento de livros, organizados pela Representação da Comissão Europeia e pelo Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal, em parceria com outras entidades.
O Parlamento Europeu
O Parlamento Europeu, que representa 500 milhões de pessoas, é o expoente máximo da democracia na União Europeia. Uma visita às instalações do Parlamento em Bruxelas permitirá perceber como funciona o Parlamento Europeu e o que faz pelos cidadãos europeus. Podem ser realizadas visitas individuais ou em grupo, sessões de informação e jogos de simulação para grupos escolares. Todas as atividades são gratuitas, estando a maioria disponível em todas as línguas oficiais da UE.

Hino da Europa

O «Hino à Alegria», composto por Ludwig Van Beethoven em 1823, enquanto parte da Nona Sinfonia, para o poema com o mesmo nome de Friedrich Schiller, de 1785. Este hino simboliza não só a União Europeia, mas também a Europa . Em 1972, o Conselho da Europa adotou o «Hino à Alegria» de Beethoven como o hino desta organização. Em 1985, foi a vez dos dirigentes europeus também o adotarem como hino oficial da União Europeia. O hino europeu não se destina a substituir os hinos nacionais dos países da UE.

HINO


Oh amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais agradável
E cheio de alegria
Alegria, mais belo fulgor divino,

Filha de Elísio,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Teus encantos unem novamente


O que o rigor do costume separou.
Todos os homens se irmanam
Onde pairar teu voo suave.
A quem a boa sorte tenha favorecido


De ser amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma doce companheira
Rejubile-se connosco!
Sim, também aquele que apenas uma alma,
possa chamar de sua sobre a Terra.


Mas quem nunca o tenha podido
Livre de seu pranto esta Aliança!
Alegria bebem todos os seres


No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.


Ela nos dá beijos e as vinhas
Um amigo provado até a morte;
A volúpia foi concedida ao humilde
E o Querubim está diante de Deus!


(Tenor solo e coro)


Alegres, como voam seus sóis
Através da esplêndida abóboda celeste
Sigam irmãos sua rota
Gozosos como o herói para a vitória.


(Coro)


Abracem-se milhões de seres!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos! Sobre a abóboda estrelada
Deve morar o Pai Amado.

Vos prosternais, Multidões?
Mundo, pressentes ao Criador?
Buscais além da abóboda estrelada!
Sobre as estrelas Ele deve morar.



Todas as bandeiras dos países da União Europeia:

1-Holanda 2- Bélgica 3-França
4-Itália 5- Luxemburgo 6-Alemanha
7-Irlanda 8- Reino Unido 9-Dinamarca 10-Grécia 11-Portugal 12- Espanha 13-Áustria 14-Suécia 15-Finlândia 16-Estónia 17-Letónia 18-Lituânia
19-Polónia 20-República Checa 21-Eslováquia 22-Hungria 23-Eslovénia
24-Malta 25-Chipre 26-Roménia 27-Bulgária 28-Croácia


Bruna, Carolina, Clara, Laura, Maria João, Maria, Mariana, Soraia
Clube de Jornalistas

quarta-feira, 16 de maio de 2018

6ºE: Aula especial sobre Teatro




No dia 11 de abril, o professor Fernando Borlido visitou a nossa turma (6ºE) para nos falar um pouco sobre “Teatro”. A professora Marisa Barbosa estava a iniciar a leitura e análise do texto dramático “Os Piratas” da autoria de António Pina e o professor Borlido, que leciona Expressão Dramática, foi convidado para nos elucidar sobre este assunto e nos motivar para o estudo da obra. Durante a sua exposição, explicou-nos que o teatro pode ser feito em muitos lugares, como por exemplo, na rua, num palco com teto aberto ou fechado e em articulação com ginástica artística, dança, sombras, gestos, fantoches e muitas outras formas de comunicação. Vimos um PowerPoint e vários vídeos em que o teatro estava a ser representado de diferentes formas e o professor deu-nos algumas informações históricas sobre a evolução do teatro ao longo do tempo e como este está relacionado com cada momento da História. Contou também que tem um amigo que é ator de teatro e que costuma dizer que “o teatro é fácil, mas é preciso fazer…”. Percebemos que para haver teatro é necessário atores e muito trabalho e que pode ser representado com máscaras, acessórios, música e coisas inimagináveis. Percebemos ainda que o público é imprescindível. A aula foi interessante e diferente. Permitiu que aprendêssemos algo novo e que nos sentíssemos inspirados a viver um pouco mais o teatro. Um muito obrigado ao professor Borlido pela sua disponibilidade e pela partilha dos seus conhecimentos.
-->

domingo, 6 de maio de 2018

6ºA: a propósito de "Os Piratas", de M.A. Pina

Pirata Irene

 
Hoje apresento-vos a Pirata Irene que tem um ar um pouco maligno, como o de uma bruxa, mas é muito medrosa. É alta, magra, tem cabelos loiros, lisos, e usa um chapéu de aventureira preto. Os olhos são escuros como a noite e os lábios finos e vermelhos. A Pirata Irene tem um nariz pontiagudo e grande e, no seu topo, uma verruga. Mas, para além disso, é muito gentil, inteligente, simpática, cuidadosa, engraçada, amável e carinhosa, sobretudo quando não usa a sua espada reluzente.

Belém Costa 
 
 
O pirata Joaquino 



Joaquino era um pirata charmoso com um ar encantador. Era careca e tinha um nariz adunco, dois olhos azuis que brilhavam como safiras polidas e uma pele morena como chocolate quente. Os lábios eram finos e pareciam duas serpentes vermelhas. Joaquino era musculado e os seus músculos pareciam ter sido enchidos de ar que nem balões. Vestia-se com roupas pretas de couro, usava umas botas negras e utilizava um cinto branco. Tinha sempre uma pistola na mão, um chapéu preto muito grande e identificavam-no pelo seu gancho que substituía a mão esquerda. Apesar de ser belo, era egoísta e muito orgulhoso.

José Pereira
 
 
Bala Mortífera



Bala Mortífera é o nome do pirata que tem barba roxa e olho de vidro. A perna esquerda é um osso, mas consegue mexê-la. No seu cinto tem muitas pistolas e a probabilidade de ele acertar na cabeça de alguém é de oitenta porcento. É musculoso e, na boca, tem dentes de ouro. É rabugento e mau, muito muito mau. Se alguém lhe falta ao respeito, acaba na prancha.

Rui Reis  
 
O pirata Celestino

O pirata Celestino era um pirata muito baixo. Tinha os olhos grandes e rasgados e umas sobrancelhas muito grossas e arrebitadas. A sua boca era muito pequena e fina, o nariz grande e pontiagudo, o cabelo curto e encaracolado. O queixo de Celestino era muito afiado e as orelhas pequenas e grossas. Este pirata, ao contrário dos outros, era gentil, carinhoso e solidário, mas também um bocado teimoso. O Celestino gostava muito de dizer piadas e de ajudar os outros, sendo piratas bons ou maus.

Marta Pintassilgo  
 

O Pirata

João Nuno era uma pessoa rude, cruel e grosseira, com uma aparência suja e pouco agradável. Bebia muito e tinha uma barriga parecida com uma bola de basquetebol. A sua maneira de vestir não era nada luxuosa, cobria-se com um trapo qualquer e pendurava ao pescoço um lenço preto e branco às riscas. Usava umas calças pretas, botas de cano médio castanhas e camisa supostamente branca, mas completamente suja. Era um pessoa de estatura alta e volumosa, olhos grandes e pretos, sobrancelha preta e peluda, boca grande e lábios finos, dentes quase nenhuns e podres os que ainda possuía, nariz arrebitado e fino, cabelo curto e preto, queixo redondo coberto de barba escura e orelhas como o Dumbo com lóbulos grossos.

Carlota Cacais  
 

 


Ricardo