terça-feira, 6 de novembro de 2018

Turma + : As Bruxas no Toural


Lemos a obra “As Bruxas no Toural” e achamos o livro interessante e divertido. Consideramos particularmente motivador o recurso às rezas, às superstições e o facto de relembrar as tradições antigas (adega, o uso do castiçal e da vela, navalha, etc.). Conseguimo-nos projetar na personagem criado, porque, na nossa opinião, simboliza o medo que no fundo todos nós sentimos do desconhecido, do estranho e das bruxas. Relativamente às ilustrações, todos nós pensamos que são criativas e divertidas, principalmente as expressões de medo do rosto do criado, as imagens que acompanham as onomatopeias e as bruxas “peladas”! São ilustrações adequadas ao texto e que remetem para tempos antigos. Também achamos enriquecedor o facto de o livro ter um formato diferente e incluir a lenda de Santa Bárbara. Com a sua leitura ficamos a perceber o motivo pelo qual nos costumam dizer “Só te lembras de santa Bárbara quando troveja”… Em conclusão, gostamos de todo o ambiente e “cenário” que apresenta no livro e esperamos que  a autora continue a escrever para nós.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

7ºB: Reflexões a propósito de alguns filmes

Recebemos do diretor de turma do 7ºB, professor Marcelo Pereira, algumas reflexões escritas de alunos da turma 7ºB a propósito do visionamento de curtas-metragens de animação no espaço Cinema-Cidadania — animado pelo PNC e coordenado pelo professor José Araújo — às quintas-feiras de tarde no auditório da Biblioteca.



Filme: “O meu estranho avô” (2011, VGIK, Rússia)
https://vimeo.com/57395065
Guião e Realização – Dina Velikovskaya; Câmara - Alexander Vertiako;
Composição – Maria Gootnik, Eugeny Kadimsky;
Animação – Eugenia Zhirkova, Dina Velikovskaya;
Direção Musical e Sonoplastia - Eugeny Kadimsky;
Construção de Bonecos – Igor Hilov, Tatiana Platonova;
Produção – Alexandra Didichenko


Os mais novos pensam que os mais velhos não sabem nada, então gozam com eles. Mas eles são mais espertos do que nós pensamos. Conseguem fazer várias coisas que nós não fazemos ideia. 

Reflexão de Bruna Ferreira nº 5 - 7ºB  

A história trata de uma menina convivendo com o seu avô. O avô fez uma máquina de música para animar a menina, mas a máquina destruiu-se com uma tempestade e ela e o avô ficaram tristes. Depois ambos solucionaram o desconcerto causado pela ventania e continuaram a apreciar os momentos que a vida lhes proporcionava. Assim, a lição moral deste filme é não deixes sem atenção os ensinamentos dos mais velhos porque podem fazer-te mais feliz. Os mais velhos tiveram uma experiência de ver coisas que nós, hoje em dia, não podemos ver, mas com as histórias que nos contam podemos imaginar a sua experiência. Assim, posso concluir que não podemos ignorar os mais velhos porque eles sabem coisas que nunca pudemos admirar. 

Reflexão de Mariana Vasconcelos nº22 -  7ºB

 
Filme: “Reflection” (França, 2012, Planktoon y Yoshimichi Tamura)
https://www.youtube.com/watch?v=cwGPpiQwzq8

Para mim o filme mostra o resultado de não ter autoestima. A personagem, uma rapariga que não gostava da sua imagem, procurou imitar outra pessoa, mas não foi bem-sucedida e, por isso, começou a lutar com o seu reflexo que estava num espelho. No meio de tanta indecisão e luta consigo própria, acabou por não ter sucesso e até falhou no desejo de se encontrar com o namorado. 
Reflexão de José Marcos Simões nº 18 - 7ºB

O que eu aprendi foi que a aparência não importa. O que importa é o “interior”. Quando alguém gosta de nós, é pelo que está por dentro. Mas quando alguém só nos acha bonitos só pela aparência, pelo que imediatamente vê, pode querer dizer que não gosta de nós como somos. Não devemos ficar com melhor aparência só para os outros gostarem de nós. 

Opinião de Bárbara Ramalhosa nº3 - 7ºB 

Vou falar de um vídeo visualizado pela minha turma e cujo assunto era a pressão social e o impacto que esta tem nas nossas vidas. Na minha opinião este é um assunto de grande importância, pois cada vez mais este tem impacto na sociedade. Cada vez mais existem casos de anorexia, ou pessoas com distúrbios alimentares devido à influência da nossa sociedade, que cada vez mais julga as pessoas. Estas tentam estar no seu melhor e ficar bem em sociedade, mas deixando de ser aquilo que são. Um exemplo é usar um certo estilo de roupa ou aplicar demasiada maquilhagem apenas para agradar aos outros e perdendo-se naquilo que poderiam ser. Resumindo, a mensagem que este vídeo pretendia passar é que não precisamos fingir ser uma pessoa que não somos, basta sermos nós próprios.  
Texto de opinião de Joana Gaspar nº 16 - 7ºB
Neste texto falarei sobre um vídeo que a minha turma visualizou e cujo tema era a pressão social e o que esta pode fazer de mal às nossas vidas. Eu acho que este não é um assunto para ser ignorado pois causa cada vez mais alterações nas pessoas. Existem cada vez mais casos de distúrbios causados por isso, pois há pessoas que se acham sempre gordas e que só querem agradar a toda a gente e muitas vezes para isso mudam o estilo e tentam parecer pessoas que não são. 

Texto de opinião de Maria Inês Rodrigues nº21 - 7ºB 

A mensagem que o vídeo queria passar é, na minha opinião, que devemos tentar agradar a nós próprios primeiro e que devemos tentar agradar a nós próprios mesmo que alguém não goste.

Reflexão de Mariana Vasconcelos nº 22 - 7ºB

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Clube de Jornalistas: Piadas (desenhos do Ricardo)







Clube de Jornalistas: a propósito de A Princesa Feia, de Ana Saldanha








A Princesa Feia

Era uma vez uma princesa muito feia, muito, muito, muito feia. Um dia, viu o seu reflexo num lago, e ficou tão traumatizada que decidiu pedir a uma bruxa (feiticeira do Castelo) uma poção para ficar a mais bela de todas as jovens do Reino. Quando chegou ao covil da bruxa, disse-lhe:

— Bruxa, quero uma poção para me tornar a mais bela do Reino!

E a bruxa respondeu-lhe:

— Ok, pega-me nesta poção – e a bruxa prosseguiu, sussurrando – Espera lá, a poção está aqui comigo!

Mas quando a bruxa se virou, a princesa já não estava lá. Tinha-se ido embora, pensando que tinha a poção correta, mas não – aquela poção tinha como função transformar as pessoas em sapos. Quando a princesa chegou ao seu quarto, bebeu a poção e transformou-se num sapo. Por isso, quando se virou e viu o seu reflexo numa taça de prata, gritou desesperadamente, chamando um guarda. O guarda há muito que se tinha apaixonado pela princesa, por isso ficou muito assustado ao ver um sapo. Mas a princesa disse-lhe:

— Sou eu, a princesa, bebi uma poção e transformei-me num sapo. Ajuda-me!

O guarda queria muito ajudar a princesa, leu o rótulo da poção e percebeu que só o beijo do verdadeiro amor revertia o feitiço. Decidiu seguir em frente e disse-lhe:

A verdade é que eu te amo!!!!

A princesa descobriu que também o amava, eles beijaram-se, e conseguiram reverter o feitiço.

E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE!!!

Maria João Santos, Mariana Silva e Soraia Pedrulho,
Clube de Jornalistas



A Princesa Feia

…. a princesa nem podia acreditar – poderia ser ela? Aquele monstro de cabelo comprido e mais escuro que a noite, nariz achatado, queixo longo, grandes lábios, olhos de um verde vómito, muito magricelas e pés com unhas enormes?

Confusa, a princesa fugiu para a floresta mais próxima onde ficou por uns tempos a chorar, porque realmente o seu aspeto era muito, muito feio!

Carolina e Clara,
Clube de Jornalismo


A PRINCESA FEIA

Quando a Princesa acordou do seu desmaio profundo, reparou que estava num cenário diferente, encontrava-se agora na prisão mais segura do reino. A prisão era muito escura, tinha uma cama pequena e uma janela estreita por onde só conseguia ver o sol.

Os dias passavam e ela não sabia porque raios estava ali. Numa certa manhã, um guarda foi à sua cela e disse-lhe:

— ­­­Não contes a ninguém, mas eu vou ajudar-te a fugir daqui.

A Princesa ficou espantada porque sabia que era feia e não tinha amigos. E perguntou:

— Mas por que é que me vais libertar?

— Porque me apaixonei por ti! — exclamou ele sem mais explicações.


(UM ANO DEPOIS...)



A Princesa estava muito atrapalhada porque chegara a hora do seu casamento. A música começou a tocar, mas as pessoas olhavam-na de lado e interrogavam-se – como é que o «monstro» se ia casar?

Mas, depois de se casarem, eles deram um beijo apaixonado, e logo todos ficaram admirados porque de repente a Princesa Feia tornou-se numa Princesa Bonita.

Laura e Mariana,
Clube de Jornalistas


Clube de Jornalismo: Dia da Europa



Dia da Europa
O dia da Europa celebra-se a 9 de maio. Este dia também é conhecido como Dia da União Europeia em que se comemora a Declaração Schuman, a declaração que deu origem à União Europeia e que foi proposta pelo estadista luxemburguês Robert Schuman. Atualmente a União Europeia é composta por 28 estados-membros. Para comemorar o Dia da Europa realizam-se vários eventos, como a entrega de prémios de concursos, palestras, concertos e lançamento de livros, organizados pela Representação da Comissão Europeia e pelo Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal, em parceria com outras entidades.
O Parlamento Europeu
O Parlamento Europeu, que representa 500 milhões de pessoas, é o expoente máximo da democracia na União Europeia. Uma visita às instalações do Parlamento em Bruxelas permitirá perceber como funciona o Parlamento Europeu e o que faz pelos cidadãos europeus. Podem ser realizadas visitas individuais ou em grupo, sessões de informação e jogos de simulação para grupos escolares. Todas as atividades são gratuitas, estando a maioria disponível em todas as línguas oficiais da UE.

Hino da Europa

O «Hino à Alegria», composto por Ludwig Van Beethoven em 1823, enquanto parte da Nona Sinfonia, para o poema com o mesmo nome de Friedrich Schiller, de 1785. Este hino simboliza não só a União Europeia, mas também a Europa . Em 1972, o Conselho da Europa adotou o «Hino à Alegria» de Beethoven como o hino desta organização. Em 1985, foi a vez dos dirigentes europeus também o adotarem como hino oficial da União Europeia. O hino europeu não se destina a substituir os hinos nacionais dos países da UE.

HINO


Oh amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais agradável
E cheio de alegria
Alegria, mais belo fulgor divino,

Filha de Elísio,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Teus encantos unem novamente


O que o rigor do costume separou.
Todos os homens se irmanam
Onde pairar teu voo suave.
A quem a boa sorte tenha favorecido


De ser amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma doce companheira
Rejubile-se connosco!
Sim, também aquele que apenas uma alma,
possa chamar de sua sobre a Terra.


Mas quem nunca o tenha podido
Livre de seu pranto esta Aliança!
Alegria bebem todos os seres


No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.


Ela nos dá beijos e as vinhas
Um amigo provado até a morte;
A volúpia foi concedida ao humilde
E o Querubim está diante de Deus!


(Tenor solo e coro)


Alegres, como voam seus sóis
Através da esplêndida abóboda celeste
Sigam irmãos sua rota
Gozosos como o herói para a vitória.


(Coro)


Abracem-se milhões de seres!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos! Sobre a abóboda estrelada
Deve morar o Pai Amado.

Vos prosternais, Multidões?
Mundo, pressentes ao Criador?
Buscais além da abóboda estrelada!
Sobre as estrelas Ele deve morar.



Todas as bandeiras dos países da União Europeia:

1-Holanda 2- Bélgica 3-França
4-Itália 5- Luxemburgo 6-Alemanha
7-Irlanda 8- Reino Unido 9-Dinamarca 10-Grécia 11-Portugal 12- Espanha 13-Áustria 14-Suécia 15-Finlândia 16-Estónia 17-Letónia 18-Lituânia
19-Polónia 20-República Checa 21-Eslováquia 22-Hungria 23-Eslovénia
24-Malta 25-Chipre 26-Roménia 27-Bulgária 28-Croácia


Bruna, Carolina, Clara, Laura, Maria João, Maria, Mariana, Soraia
Clube de Jornalistas

quarta-feira, 16 de maio de 2018

6ºE: Aula especial sobre Teatro




No dia 11 de abril, o professor Fernando Borlido visitou a nossa turma (6ºE) para nos falar um pouco sobre “Teatro”. A professora Marisa Barbosa estava a iniciar a leitura e análise do texto dramático “Os Piratas” da autoria de António Pina e o professor Borlido, que leciona Expressão Dramática, foi convidado para nos elucidar sobre este assunto e nos motivar para o estudo da obra. Durante a sua exposição, explicou-nos que o teatro pode ser feito em muitos lugares, como por exemplo, na rua, num palco com teto aberto ou fechado e em articulação com ginástica artística, dança, sombras, gestos, fantoches e muitas outras formas de comunicação. Vimos um PowerPoint e vários vídeos em que o teatro estava a ser representado de diferentes formas e o professor deu-nos algumas informações históricas sobre a evolução do teatro ao longo do tempo e como este está relacionado com cada momento da História. Contou também que tem um amigo que é ator de teatro e que costuma dizer que “o teatro é fácil, mas é preciso fazer…”. Percebemos que para haver teatro é necessário atores e muito trabalho e que pode ser representado com máscaras, acessórios, música e coisas inimagináveis. Percebemos ainda que o público é imprescindível. A aula foi interessante e diferente. Permitiu que aprendêssemos algo novo e que nos sentíssemos inspirados a viver um pouco mais o teatro. Um muito obrigado ao professor Borlido pela sua disponibilidade e pela partilha dos seus conhecimentos.
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domingo, 6 de maio de 2018

6ºA: a propósito de "Os Piratas", de M.A. Pina

Pirata Irene

 
Hoje apresento-vos a Pirata Irene que tem um ar um pouco maligno, como o de uma bruxa, mas é muito medrosa. É alta, magra, tem cabelos loiros, lisos, e usa um chapéu de aventureira preto. Os olhos são escuros como a noite e os lábios finos e vermelhos. A Pirata Irene tem um nariz pontiagudo e grande e, no seu topo, uma verruga. Mas, para além disso, é muito gentil, inteligente, simpática, cuidadosa, engraçada, amável e carinhosa, sobretudo quando não usa a sua espada reluzente.

Belém Costa 
 
 
O pirata Joaquino 



Joaquino era um pirata charmoso com um ar encantador. Era careca e tinha um nariz adunco, dois olhos azuis que brilhavam como safiras polidas e uma pele morena como chocolate quente. Os lábios eram finos e pareciam duas serpentes vermelhas. Joaquino era musculado e os seus músculos pareciam ter sido enchidos de ar que nem balões. Vestia-se com roupas pretas de couro, usava umas botas negras e utilizava um cinto branco. Tinha sempre uma pistola na mão, um chapéu preto muito grande e identificavam-no pelo seu gancho que substituía a mão esquerda. Apesar de ser belo, era egoísta e muito orgulhoso.

José Pereira
 
 
Bala Mortífera



Bala Mortífera é o nome do pirata que tem barba roxa e olho de vidro. A perna esquerda é um osso, mas consegue mexê-la. No seu cinto tem muitas pistolas e a probabilidade de ele acertar na cabeça de alguém é de oitenta porcento. É musculoso e, na boca, tem dentes de ouro. É rabugento e mau, muito muito mau. Se alguém lhe falta ao respeito, acaba na prancha.

Rui Reis  
 
O pirata Celestino

O pirata Celestino era um pirata muito baixo. Tinha os olhos grandes e rasgados e umas sobrancelhas muito grossas e arrebitadas. A sua boca era muito pequena e fina, o nariz grande e pontiagudo, o cabelo curto e encaracolado. O queixo de Celestino era muito afiado e as orelhas pequenas e grossas. Este pirata, ao contrário dos outros, era gentil, carinhoso e solidário, mas também um bocado teimoso. O Celestino gostava muito de dizer piadas e de ajudar os outros, sendo piratas bons ou maus.

Marta Pintassilgo  
 

O Pirata

João Nuno era uma pessoa rude, cruel e grosseira, com uma aparência suja e pouco agradável. Bebia muito e tinha uma barriga parecida com uma bola de basquetebol. A sua maneira de vestir não era nada luxuosa, cobria-se com um trapo qualquer e pendurava ao pescoço um lenço preto e branco às riscas. Usava umas calças pretas, botas de cano médio castanhas e camisa supostamente branca, mas completamente suja. Era um pessoa de estatura alta e volumosa, olhos grandes e pretos, sobrancelha preta e peluda, boca grande e lábios finos, dentes quase nenhuns e podres os que ainda possuía, nariz arrebitado e fino, cabelo curto e preto, queixo redondo coberto de barba escura e orelhas como o Dumbo com lóbulos grossos.

Carlota Cacais  
 

 


Ricardo