quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

6ªA : Quem foi D.Maria I ?


D. Maria foi a primeira rainha de Portugal. Era filha do rei D. José I e de Dona Mariana Vitória e nasceu em 17 de dezembro de 1734. Foi a mais velha de quatro irmãs. Maria Francisca casou com o tio D. Pedro e tiveram vários filhos, tendo apenas sobrevivido D. José, D. João e D. Mariana. No seu reinado, foram realizadas obras de vulto, como a Academia das Ciências, a Real Academia da Marinha ou a Real Biblioteca Pública de Lisboa, entre outras. A ela se deve o monumento da Basílica da Estrela, riquíssima de esculturas e recheio. A rainha, muito ligada aos problemas dos mais desprotegidos, reabriu as audiências populares, interrompidas no tempo do pai. Era respeitada e amada e o marido esteve sempre do seu lado. Foi ele que comprou o palácio de Queluz onde viveram. Com a morte de seu marido (1786), a viúva D. Maria I de Portugal entrou num estado de loucura e em 1799 D. João herdou o reino. Com a partida para o Brasil, em 1807, devido à invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão, as manifestações de loucura foram aumentando. Embarcou contrariada para o Brasil, onde faleceu aos oitenta e um anos, em 20 de março de 1816 .

Marta Laranjeira

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro) 

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

6ºA: Quem foi... Eugénio dos Santos?

Eugénio dos Santos nasceu em março de 1711, em Aljubarrota, e morreu em 5 de agosto de 1760, em Lisboa. Frequentou a Aula de Fortificação, de Arquitetura Militar, e desenvolveu uma carreira brilhante, tendo desempenhado cargos de elevada distinção. Em 1750 foi nomeado inspetor das obras da corte, como as Paço da Ribeira e de outros paços reais. Eugénio dos Santos foi arquiteto do senado de Lisboa, tendo sido convidado por Manuel da Maia para colaborar no levantamento dos destroços do terramoto de 1755 e foi o arquiteto responsável pela reconstrução da baixa pombalina. Colaborou ainda na construção do hospital das Caldas da Rainha. A sua obra mais notável foi a praça do Comércio que abre os horizontes de Lisboa.

Inês Pinheiro

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro) 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

6ºA: Quem foi D. João V?

D. João V nasceu em Lisboa, a 22 de outubro de 1689, recebendo o nome de João Francisco António José Bento Bernardo, e faleceu em Lisboa, a 31 de julho de 1750, tendo sido sepultado no Mosteiro de S. Vicente de Fora. Casou em 9 de junho de 1708 com D. Maria Ana de Áustria. Do casamento nasceram 10 filhos. D. João V, filho de D. Pedro e de Maria Sofia de Neubourg, foi aclamado rei em 1707. Para além da Guerra da Sucessão, em Espanha, o Brasil foi a sua principal preocupação. Para lá, tratou D. João V de mandar muitos emigrantes e de aumentar a cultura do açúcar. Apesar disso, Portugal entrou numa fase de dificuldades económicas, devidas ao contrabando do ouro do Brasil e às dificuldades do Império do Oriente. Para além destes, outros problemas surgiram: insubordinação de alguns nobres, quebras de disciplina conventual, intensificação do ódio ao judeu. É no reinado de D. João V que o barroco se manifesta com grande riqueza na arquitetura, no mobiliário, no azulejo e na ourivesaria.

Inês Bártolo Chagas

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro) 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

6ºA: O que foi o Terramoto de 1755?

A maior catástrofe natural que ocorreu em Portugal foi o terramoto de Lisboa de 1755. Este terramoto afetou outras áreas de Portugal e sentiu-se no sul de França e no norte de África. No terramoto, morreram cerca de 60 mil pessoas. Destas, cerca de 20 mil morreram em Lisboa, presume-se que nessa altura viveriam em Lisboa cerca de 250 mil pessoas. O terramoto aconteceu no dia 1 de novembro de 1755. Como era dia de Todos os Santos, as pessoas tinham acordado muito cedo para irem à missa. Nas casas e nos altares da igreja as pessoas tinham muitas velas acesas e, nas habitações, as pessoas tinham deixado as lareiras acesas. O primeiro abalo sentiu-se às 9h45 da manhã. Nessa altura começaram a cair casas e prédios e muitas pedras para a rua. Foram muitas as pessoas que ficaram soterradas nas igrejas. O rio Tejo invadiu as ruas da cidade, os barcos que estavam no rio afundaram-se. Muitas casas incendiaram-se. A seguir ao primeiro abalo seguiram-se muitos outros. A baixa de Lisboa ficou destruída. As pessoas fugiam e levavam consigo tudo o que podiam. Mais tarde, D. José I, que era  o rei nessa época, ordenou ao Marquês de Pombal que reconstruísse a baixa da cidade. O Marquês de Pombal transformou toda esta área: mandou construir a Praça do Rossio, o Arco da Rua Augusta e fazer as ruas paralelas e perpendiculares.

Mariana Carrilho 

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

6ºA: O que era a Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício?

A  Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício procurava os culpados de não seguirem a  religião  católica. As  vítimas  eram  principalmente os cristãos-novos, ou seja, os judeus obrigados a converterem-se ao catolicismo, mas qualquer outra pessoa podia ser acusada de praticar em segredo feitiçarias, magias ou rituais. Os condenados eram torturados e muitas das vezes queimados na praça pública, e essas cerimónias eram os “Autos de Fé”. Durante esse tempo, foi feita uma lei que proibia a todos de insultarem, apedrejarem ou cuspirem os condenados à fogueira. Com o Marquês de Pombal, o Tribunal da Inquisição deixou de ser um tribunal de censura e passou a ser um tribunal normal. O Marquês também acabou com as diferenças entre cristãos-novos e cristãos-velhos. O Tribunal do Santo Ofício foi extinto no ano 1821, após a Revolução Liberal de 1820.

Inês Barrocas

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Matemática: problema do mês de novembro


Três agricultores eram proprietários de um carvalho centenário que existia no centro de uma propriedade. A produção, nesse ano foi fantástica. Nunca aquele carvalho tinha tido tantas bolotas… Os agricultores, depois de colherem as bolotas das árvores, resolveram enchê-las em vários sacos de 5Kg para serem mais fáceis de transportar e armazenaram-nos num grande palheiro.
De manhã cedo, levantou-se o primeiro e resolveu servir-se da sua parte. Repartiu os sacos em três partes iguais e verificou que sobrava um saco. Tirou a sua parte, e deitou o saco que sobrava ao rio, para evitar zangas.
O segundo fez o mesmo: como não sabia que o seu amigo já se tinha servido, separou os sacos em três partes iguais e como sobrava um, deitou-o fora...
E com o terceiro aconteceu exatamente o mesmo.
Quando se encontraram à noite ficaram muito admirados com o que tinha acontecido e acertaram as contas, incluindo os 14 sacos que o terceiro agricultor ainda tinha deixado no palheiro.
Quantos sacos havia inicialmente?

terça-feira, 10 de novembro de 2015

6ºA: Quem foi o Padre António Vieira?

António Vieira nasceu em Lisboa, a 6 de fevereiro de 1608. Morreu a 18 de julho de 1697, em Salvador da Baía-Brasil. Quando partiu para o Brasil, era ainda uma criança. Foi estudar para um colégio de Jesuítas, onde se tornou um aluno exemplar. Era uma pessoa tão dotada que se tornou professor de retórica. Ingressou na ordem de Jesus e ordenou-se sacerdote. Para além de professor e sacerdote, foi também diplomata e missionário. António Vieira sempre mostrou um grande interesse pela diversidade humana, pelos hábitos e línguas. A sua luta principal foi defender os Índios e os escravos e ficou conhecido por eles como “Pai Grande”. O Padre António Vieira ficou célebre pelos seus sermões. Fernando Pessoa chamou-lhe “Imperador da Língua Portuguesa”. Uma das obras mais importantes e também a mais conhecida foi o “Sermão de Santo António aos Peixes”. Este sermão foi pregado no Maranhão, Brasil, no dia 13 de junho de 1654, no dia de Santo António.  O Padre dedicou-se ainda a escrever cartas e profecias e foi responsável pelo desenvolvimento da prosa na época barroca.  Por defender tanto índios como judeus, foi condenado pela Inquisição à prisão e esteve preso durante dois anos.

Sara Barreto

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Matemática: problema do mês de outubro



Os quatro amigos, a Ana, o Beto, a Carla e o David vão fazer o habitual lanche mensal. As profissões deles são: escritor, biólogo, farmacêutico e médico, mas não necessariamente por esta ordem.
*David disse ao biólogo que a Carla vinha a caminho e trazia morangos.
*A Ana está sentada em frente ao médico e ao lado do farmacêutico.
*O médico não disse nada.
Qual a profissão de cada pessoa?

sexta-feira, 5 de junho de 2015

6ºD: Passeio à Magikland


No dia 26 de maio de 2015, os alunos do 6.ºano da Escola Básica e Secundária Sidónio Pais, Caminha, inscritos na disciplina de Educação Moral Religiosa Católica, juntamente com alguns professores, realizaram uma visita de estudo à Magikland, em Penafiel. A Magikland é um parque temático com várias diversões como por exemplo, montanha russa, casa assombrada, canoas, o elefante, a roda gigante, etc. Após uma viagem cheia de ansiedade e curiosidade, chegamos a Penafiel por volta das 10:30min e tivemos oportunidade, ao longo do dia, de desfrutar de todas as diversões que estavam à nossa disposição.
De facto, passamos um dia muito agradável e repleto de emoções, porém sentimos falta de alguns dos nossos colegas que não foram a esta visita de estudo. Gostámos imenso, trouxemos connosco recordações memoráveis e esperamos que nos próximos anos possamos repetir!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

6ºD: Comemoração do Dia da Criança

No passado dia 1 de junho, fomos comemorar o Dia Mundial da Criança no Estádio de Futebol Morber, no Camarido. Todos os alunos do 2.ºCiclo participaram nas atividades desportivas e culturais propostas pelos professores. Iniciámos uma caminhada da escola até ao Camarido, acompanhados pelos docentes e auxiliados por um carro da GNR que nos facilitou a passagem nos locais mais perigosos.  De manhã, decorreu o torneio de futebol, seguido por karts, peddy-paper e corrida de obstáculos. Após o almoço, tivemos oportunidade de realizar e de assistir a diversas atividades culturais – dança, leitura, canto, etc. No final, a turma vencedora foi premiada, mas o mais importante é que todos nos divertimos imenso, cumprindo o grande objetivo do dia que era ser feliz!

terça-feira, 2 de junho de 2015

6ºD: Uma ida ao Teatro



Entre os dias 26 e 29 de maio de 2015, os alunos do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, Caminha foram ao Teatro Valadares assistir à peça “O gato das Botas”, realizada por Fernando Gomes e apresentada pelo Centro Dramático de Viana do Castelo. Este foi um evento organizado pela Câmara Municipal de Caminha a que os alunos do Agrupamento aderiram com entusiasmo e motivação. Adaptada do conto escrito por Charles Perrault, a peça, interpretada pelo magnífico elenco constituído por Adriel Filipe, Elisabete Pinto, Helena Ávila, Samuel de Albuquerque e Tiago Fernandes, mostra a importância da amizade, da imaginação e da autoconfiança. Ensina também a lutar pelos nossos sonhos e a nunca desistirmos deles. O comportamento atento e interessado que o público revelou, prova o sucesso da iniciativa que todos enaltecemos.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

6ºD: Texto de opinião sobre “As viagens de Gulliver”

 

O livro “As viagens de Gulliver”, adaptado por Luísa Ducla Soares, foi, na nossa opinião, cativante e divertido. Gostaríamos, porém, que a história tivesse continuado e que não acabasse em Lisboa, pois seria mais interessante se soubéssemos o que lhe aconteceu depois. Ao longo da leitura da obra, nós participamos como personagens, porque era um texto dramático. Também importa dizer que o nosso comportamento foi muito bom e isso é sinal de que todos gostamos das aventuras de Gulliver. Este é um livro excelente para ler ao deitar, pois teremos certamente sonhos extraordinários e cheios de perigos e façanhas.
Beatriz Rabeca & 6.ºD      

quinta-feira, 28 de maio de 2015

6ºD sobre o Remo



Durante as aulas de Educação Física, às quintas feiras, a nossa turma foi praticar remo.  O local situa-se entre o rio Minho e o rio Coura, no centro de treinos do Sporting Clube Caminhense. Na minha opinião, esta modalidade é bastante enriquecedora, porque é nova para nós e é muito diferente de todas as outras. O remo é daquelas atividades tranquilas em que dá para espairecer a mente. A minha sugestão seria continuarmos com as idas ao remo nos próximos anos letivos, pois é outra modalidade que se aprende e estas aulas fazem-nos bem, são divertidas e cativantes.
Carolina Cunha

Juntamente com o nosso professor de Educação Física, às quintas-feiras, fomos praticar remo nas instalações do Sporting Club Caminhense. O professor Gonçalo Garrido recebeu-nos com muita simpatia e profissionalismo, dando-nos instruções sobre a modalidade e originando um ambiente calmo e saudável.
Na minha perspetiva, o remo é o segundo desporto mais completo que existe a seguir à natação, porque põe em prática os membros inferiores, superiores e o tronco, o que nos ajuda a desenvolver melhor o corpo. Acho que devíamos praticar este desporto, pelo menos duas vezes por semana, para assim nos exercitarmos melhor. Na minha opinião, esta atividade foi proveitosa para nós, porque poderemos futuramente praticar remo nos nossos tempos livres e, quem sabe, vir a ser medalhados, grandes campeões nacionais e internacionais, para além de sermos atletas saudáveis.
Inês Costa

Durante três semanas, às quintas-feiras, o 6.ºD deslocou-se até ao Sporting Club Caminhense, graças ao protocolo entre a nossa escola e esta instituição. O Remo, na minha perspetiva, é uma modalidade bastante exigente, mas divertida. É preciso trabalhar bem em equipa, o que, por vezes, é difícil. Por outro lado, é interessante, pois fizemos competições onde era necessária muita concentração, e aí, nessa altura, via-se quem se empenhava ou não. No meu ponto de vista, as instalações do SCC são um pouco frias. A divisão na qual estão os ergómetros é, também, pequena e pouco cómoda. Acho que deveriam investir mais neste edifício. Para terminar, aconselho todos os jovens a experimentarem este desporto.
Mariana Pereira

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Matemática: problema do mês de maio


A promoção na pastelaria do Rafael…

O Rafael tirou dois números à sorte, o seis e o oito, para fazer uma promoção na sua pastelaria. Nesse dia, a cada sexto cliente será oferecida uma nata e a cada oitavo cliente será oferecido um café. Supõe que entram na pastelaria 64 clientes. Quantos clientes vão ter direito à nata com café?

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Matemática: problema do mês de abril

Uma família de tartarugas…

No meu jardim vive uma família de tartarugas. Pesam em conjunto 2,8 kg. A tartaruga filha pesa metade da tartaruga mãe e a tartaruga mãe pesa metade da tartaruga pai. Qual é o peso de cada animal?

segunda-feira, 9 de março de 2015

Matemática: problema do mês de março



Os postais da Catarina…

No fim de semana, depois de grandes mudanças e arrumações no seu quarto, a Catarina tomou uma decisão: - Vou dar a minha coleção de postais aos meus irmãos. Começou por dar 23 postais ao Pedro, o João recebeu metade dos restantes e, por fim, não resistindo, a Catarina guardou os últimos 9, de que gostava especialmente. Quantos postais tinha a coleção da Catarina?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

5ºA: a desenhar também se aprende História

Os meninos do 5º A, na sala da professora Ana Paula Ribeiro, fizeram umas bonitas ilustrações a partir dos assuntos estudados nas aulas de História e Geografia de Portugal e dos livros requisitados na Biblioteca Escolar. Aqui estão elas para que todos, no mundo (!), as possam conhecer através da internet.








5º B e 5ºD: bilhetinhos do rouxinol apaixonado



No âmbito da leitura integral de “A Vida Mágica da Sementinha” , e a partir da comemoração do S.Valentim , os alunos do 5 º B e D, na aula da professora de Português, Ana Paula Ribeiro, escreveram uns “bilhetinhos do Rouxinol Apaixonado”, após o rapto da Sementinha pelo Pardal.

Querida Sementinha,
Sei que foste raptada pelo Pardal e ando a fazer os possíveis por te encontrar. Tenho perguntado a todos os nossos amigos se te viram. Tenho passado dias e noites à tua procura. Quando menos esperares, hei de aparecer por aí para te trazer comigo.
O Rouxinol Apaixonado

Sementinha, onde estarás?
Será que aquele estúpido pássaro já te terá devorado? Não sei, mas espero que não, pois iria ter muitas saudades tuas. Quero casar contigo e, se o Pardal algum mal te fizer, diz-me, que ele fica sem penas.
Desejo com todas as minhas forças que fiques bem!
O teu adorado Rouxinol

Querida Sementinha
Amo-te, tu és a Sementinha mais gira do mundo, a estrela que me ilumina, durante o dia e ao longo da noite.
E não te preocupes, porque vou salvar-te do malvado Pardal.
O Rouxinol

Adorada Sementinha
Sei que foste raptada pelo Pardal e estou com muito medo de não te voltar a ver. Por isso, escrevi este bilhete, estou cheio de saudades tuas e quero saber como estás. Vou fazer os possíveis e os impossíveis por te encontrar. Até lá, quero dizer-te que és bonita como uma flor!
Para ti, muitos beijinhos, com carinho e muito amor.
O Rouxinol Enamorado

Desculpa, Sementinha, por não ter conseguido alcançar o terrível Pardal. Mas não te inquietes, pois vou conseguir encontrar-te com a ajuda dos meus alunos. Vamos salvar-te para continuares a ouvir a canção que não terminei no dia do rapto.
Estou a rebentar de saudades. Foge, se puderes!
Rouxinol da Floresta

Minha amada Sementinha
Estou cheio de saudades tuas por causa daquele Pardal que te levou de mim! Custe o que custar, vou encontrar-te.
Um beijo.
O teu Rouxinol

Minha doce Sementinha
Sinto muito a tua falta, mas vou encontrar-te, seja como for. Quero recuperar o teu sorriso, que é mais bonito que o Sol. Em breve estarás perto de mim e, então, poderei convidar-te para um romântico jantar ao pôr do sol e cantar-te as mais lindas canções que conheço.
Um grande abraço de penas
Do teu querido Rouxinol


Querida sementinha
Estou preocupado contigo, porque foste raptada e ando, dias e noites, a pensar em ti e à tua procura. Estou cheio de saudades tuas e até já andei a pôr cartazes nas paredes, para te tentar encontrar. Sementinha, fica sabendo que eu não desistirei nunca de ti.
Adoro-te!  
Rouxinol

Minha Querida Sementinha
Tenho pensado no que passamos juntos, no pouco que vivemos. Na verdade, tenho muitas saudades tuas, nem sabes o quanto me fazes falta. Para mim, és a pessoa mais especial do mundo e não posso viver sem ti. Tenho de te contar um segredo que guardo a sete chaves no meu coração: estou apaixonado por ti.
O Rouxinol Amoroso

Querida Sementinha
Nunca te disse, mas gosto de ti. Comecei a aperceber-me que és simpática, engraçada, bonita... Este bilhete é para confessar-te: gosto muito de ti!
Beijinhos
O Rouxinol

Querida Sementinha
Podes ser tudo o que quiseres, até bombom doce porque, quando olho para ti, os meus olhos brilham de adoração.
Rouxinol

Minha Querida Sementinha
Apaixonei-me por ti, logo que te vi. És bela e delicada e o teu coração é de ouro, o que me faz amar-te ainda mais.
O teu querido Rouxinol Vagabundo

Querida Sementinha,
Ouve esta canção:
É o batido do meu coração,
Só bate assim nesta situação.

Sou um simples Rouxinol
Mas um Rouxinol Apaixonado.
Se não aceitas o meu coração,
Fico a ser Rouxinol  Magoado.

Rouxinol Apaixonado (ou serei Magoado?)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Matemática: problema do mês de fevereiro

O casamento dos Pereira…

Num salão de festas existem dois tamanhos de mesas. Num dos tamanhos cabem exactamente 5 pessoas sentadas, no outro tamanho cabem exactamente 8 pessoas sentadas. No casamento dos Pereira estavam 79 pessoas sentadas em menos de uma dúzia de mesas, e não havia lugares vazios.
Quantas mesas de cada tamanho foram utilizadas no casamento?

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O 6ºD foi ao teatro


No dia 09 de janeiro de 2015, pelas 12H00, os alunos do 6.º ano assistiram à peça de teatro “O Príncipe Nabo”, baseada na obra homónima de Ilse Losa, apresentada pela companhia Atrapalh'arte, no auditório da biblioteca da EB/S Sidónio Pais. O espetáculo foi interativo e chamou ao palco vários alunos assim como professores, incluindo momentos cómicos e de humor, incentivando o público a participar na peça. 

A peça de teatro “O Príncipe Nabo”, representada pela companhia Atrapalh’arte, foi, na nossa opinião, interessante e divertida. O elenco apresentou um excelente desempenho, despertando o interesse do público, pois tinha momentos cómicos e de humor. Além disso, envolveu os espetadores, chamando ao palco alunos e professores para participarem em diversas cenas. Por vezes, o texto incluía questões atuais e críticas à sociedade. Por outro lado, consideramos que teria sido mais proveitoso assistir à peça no ano letivo em que lemos a obra original de Ilse Losa. Para finalizar, importa referir que o comportamento dos alunos foi muito bom, o que revela que todos gostaram do espetáculo. Assim, aconselhamos a leitura da obra para que a assistência à peça de teatro seja mais enriquecedora.

6ºD

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Matemática: problema do mês de janeiro



Gatos e gatinhos…


Ia a caminho de St. Ives quando encontrei um homem e sete mulheres. Cada mulher tinha sete sacos. Cada saco tinha sete gatos. Cada gato, sete gatinhos. Quantos gatinhos, gatos, sacos e mulheres iam para St. Ives?